


20/12/2011
Disponible en castellano la página Web de la ONU dedicada al evento.
Más info12/12/2011
El pasado 15 de diciembre tuvo lugar en Madrid una nueva reunión del Patronato de la Fundación Iberoamericana de la Economía Social (FUNDIBES), en la que se aprobó una ampliación de las actividades de la entidad, así como la consolidación de la Fundación en América Latina.
Más info02/12/2011
La Alianza Cooperativa Internacional (ACI) y el Instituto Euricse invitan a esta conferencia, que tendrá lugar los días 15 y 16 de marzo en Venecia. Es uno de los tres grandes eventos de la ACI en 2012, con motivo del Año Internacional de las Cooperativas.
Más info05/12/2011
Disponible la serie de Cuadernos Iberoamericanos que editan la Fundación Divina Pastora, FUNDIBES y CIRIEC-España. Los cuadernos tratan temáticas diversas de interés para el sector.
Más info25/07/2011
Editado por la Fundación Divina Pastora y FUNDIBES, el Manual ha sido coordinado por el profesor Mario Radrigán Rubio, de la Universidad de Santiago de Chile, siendo coordinadores técnicos de la obra Silvina Lais Puzino, Leandro Pereira Morais y Ricardo Dávila.
Más info
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México12/12/2011
El Consejo Mexicano de Empresas de la Economía Solidaria es un organismo, constituido como asociación civil sin fines de lucro y de carácter nacional, que se esfuerza en ser sólido en sus principios, en sus propuestas y planteamientos, serio en sus negociaciones, independiente y autónomo, y que junto a otras instituciones de la sociedad civil organizada, fortalecen el caminar de las empresas de la Economía Social y Solidaria del país.
En México, las instituciones y empresas de la Economía Social y Solidaria se reconocen y valoran dentro de una historia donde, por siempre, se han venido construyendo colectivamente en diferentes comunidades y manifestaciones de vida donde se procura la solidaridad, la generación de riqueza con base en la propiedad colectiva de las empresas, una distribución equitativa del ingreso, se valora la diversidad cultural, la ecología sustentable, la organización comunitaria y la participación activa y democrática en la toma de decisiones.
Durante las últimas décadas se ha vivido en el país un proceso de mayor desarrollo y consolidación de empresas y grupos de empresas que actúan conforme a principios de la Economía Social, las cuales van detonando el desarrollo de las regiones más pobres del país.
Con presencia y trabajo en los estados de Chihuahua, Chiapas, Estado de México, Guanajuato, Jalisco, Oaxaca, Puebla, Querétaro, Tlaxcala, Veracruz, y en la Ciudad de México, las empresas, organizaciones y fundaciones promotoras del Consejo son:
• Bats’il Maya – Capeltic
• Centro de Desarrollo Comunitario Centéotl, A.C.
• Coalición Rural
• Fundación Padre Adolfo Kolping, A.C.
• JADE Grupo Mexicano, A.C.
• Participación Organizada para el Desarrollo Regional, A.C.
• Productora y Comercializadora Toxtli, S.C.
• Unión de Esfuerzos por el Campo, A.C.
El Consejo está abierto a todas las empresas de economía solidaria del país que compartan sus principios y que deseen asociarse, con trabajo concreto, de base, serio y propositivo, que ayuden a que el organismo se consolide como un referente nacional, con voz calificada por hacer propuestas bien fundamentadas.
Consejo Mexicano de Empresas de la Economía Solidaria, A.C.
Antonio López de Santa Anna No. 170
Col. Martín Carrera
07070 México, D.F.
consmexdecosol@yahoo.com.mx
Brasil19/10/2011
O Cirandas é uma iniciativa do FBES - Fórum Brasileiro de Economia Solidária - que tem como objetivo oferecer ferramentas na internet para promover a articulação econômica, social e política de quem gosta da Economia Solidária ou vive dela. Seus principais objetivos são: potencializar o fluxo de saberes, produtos e serviços da Economia Solidária; oferecer ferramentas para a constituição de consolidação de redes e cadeias solidárias; ser um espaço de divulgação da economia solidária e de busca de seus produtos e serviços para consumidores individuais e coletivos (públicos, privados e grupos de consumidores) e permitir a interação entre vários atores em comunidades virtuais e espaços territoriais, temáticos e econômicos.
A opção de desenvolvimento tecnológico do Cirandas foi criar, em parceria com a Colivre (um empreendimento solidário de desenvolvimento de softwares livres), o software Noosfero, que hoje é uma referência no universo de softwares livres no país, sendo também utilizado em outros países.
Web del organismo: http://cirandas.net/fbes/o-que-e-o-cirandas
Argentina16/10/2011
La Provincia de Misiones, en el Litoral de la República Argentina, posee el único Ministerio de Acción Cooperativa (ya desaparecido hace décadas el Ministerio de carácter nacional, contándose actualmente con un Instituto -INACYM-), que trabaja por la promoción y el desarrollo del modelo solidario. En dicha provincia existen 1.145 cooperativas registradas, las que emplean 400.000 personas. Las mismas son un pilar fundamental de la región, dado que en un primer momento se asociaron con el aporte de los inmigrantes en el sector agrícola, y luego fueron surgiendo como respuesta a la crisis. Ver nota completa a la Dra. Fabiola Bianco en: http://www.acciondigital.com.ar/01-10-11/cooperativismo.html
Web del organismo: http://www.acm.misiones.gov.ar/
Brasil07/08/2011
Associação das Fundações do Estad de São Paulo.
Web del organismo: http://www.apf.org.br/portal/quemsomos.php
Brasil03/06/2011
A União Nacional das Cooperativas de Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes) foi fundada em junho de 2005, na cidade de Luziânia (GO). A sede funciona em Brasília e representa nacionalmente as cooperativas. O objetivo é ser um instrumento para os agricultores e agricultoras familiares, visando o desenvolvimento sustentável nas ações de apoio para os associados. A Unicafes é uma pessoa jurídica de direito privado e não possui fins econômicos.
A Organização Não Governamental propõe a inclusão social dos cooperados articulando iniciativas econômicas que ampliem as oportunidades de trabalho, de distribuição de renda, de produção de alimentos, das melhorias de qualidade de vida, da preservação da biodiversidade e da diminuição das desigualdades.
O presidente da Unicafes, José Paulo Crisóstomo, define a importância da instituição para o estímulo da agricultura familiar e crescimento da economia solidária no setor. “As cooperativas são um instrumento importante para se alterar o ambiente social e econômico de muitas regiões do Brasil. Ao criar oportunidades para a inclusão das camadas menos privilegiadas, as cooperativas solidárias abrem espaço também para a emancipação das famílias que hoje são atendidas pelas políticas sociais”, afirma, no II Congresso da Unicafes em 2008.
As associadas da Unicafes estão espalhadas nas cinco regiões do país, que compõe aproximadamente 1100 cooperativas. Atualmente, são nove Unicafes estaduais de atendimento e articulação para a agricultura familiar e economia solidária: Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Maranhão, Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Norte.
As estratégias de atuação da instituição são formadas por: bases de serviços especializadas e bases de serviço operacionais. Elas contribuem com a mobilização entre os ramos cooperativos e qualificam as ações das bases nos diversos espaços públicos. O desempenho da Unicafes apoia, por meio de serviços, as cooperativas no desenvolvimento de suas iniciativas econômicas e na expansão e consolidação do cooperativismo na agricultura familiar e economia solidária.
No quadro de formação da Unicafes estão cooperativas divididas em cinco ramos: crédito, produção, trabalho, comercialização e infraestrutura da agricultura familiar e economia solidária.
Web del organismo: http://www.unicafes.org.br
Brasil28/05/2011
É um movimento social que há cerca de 10 anos vem organizando os catadores e catadoras de materiais recicláveis pelo Brasil afora. Segundo o prórpio site do Movimento:
"Buscamos a valorização de nossa categoria de catador que é um trabalhador e tem sua importância.
Nosso objetivo é garantir o protagonismo popular de nossa classe, que é oprimida pelas estruturas do sistema social. Temos por princípio garantir a independência de classe, que dispensa a fala de partidos políticos, governos e empresários em nosso nome.
Acreditamos na prática da ação direta popular, que é a participação efetiva do trabalhador em tudo que envolve sua vida, algo que rompe com a indiferença do povo e abre caminho para a transformação da sociedade.
Desenvolvemos nossas ações na busca de uma sociedade mais justa e melhor para todos. Buscamos a organização de nossa categoria na solidariedade de classe, que reúne forças para lutarmos contra a exploração buscando nossa liberdade. Esse princípio é diferente da competição e do individualismo, busca o apoio mútuo entre os companheiros(as) catadores(as) e outros trabalhadores.
Lutamos pela autogestão de nosso trabalho e o controle da cadeia produtiva de reciclagem, garantindo que o serviço que nós realizamos não seja utilizado em beneficio de alguns poucos (os exploradores), mas que sirva a todos.
Nesse sentido organizamos bases orgânicas do Movimento em cooperativas, associações, entrepostos e grupos, nas quais ninguém pode ser beneficiado às custas do trabalho do outro".
Web del organismo: http://www.mncr.org.br
Brasil07/03/2011
A Artemisia é uma organização pioneira em negócios sociais no Brasil que busca atrair e formar pessoas qualificadas para atuar na criação e desenvolvimento de um novo modelo de negócio, que possa contribuir para reduzir as desigualdades sociais e econômicas.
Criada em 2002, a Artemisia iniciou suas atividades no Brasil em 2004. O país foi escolhido como sua base de atuação, por possuir um ecossistema altamente favorável ao surgimento de negócios sociais: uma economia sólida e em crescimento, acesso a recursos financeiros e técnicos, empresas e organizações da sociedade civil sofisticadas, um alto índice de empreendedorismo e o mais importante, pessoas dispostas a agir para solucionar os graves problemas sociais do país.
Para desenvolver o campo de negócios sociais no Brasil a Artemisia prioriza três estratégias de atuação:
• Oferece formações práticas para pessoas que precisam adquirir conhecimentos e desenvolver competências para empreender ou atuar em negócios sociais
• Seleciona e apoia negócios sociais em estágio inicial de desenvolvimento e com alto potencial de impacto social e econômico, oferecendo apoio estratégico e técnico necessário para garantir a consolidação e acelerar seu crescimento; e.
• Contribui para a articulação e atração de massa crítica para o campo de negócios sociais no Brasil.
A Artemisia trabalha no desenvolvimento de um campo de negócios sociais exemplares porque acredita que os empreendimentos podem e devem ser direcionados para reduzir a pobreza e criar novas oportunidades para pessoas de baixa renda. Mais do que isso, a Artemisia acredita que o Brasil pode se tornar um polo internacional de negócios sociais, atraindo talentos, inovações e investimento do mundo inteiro para re-significar o verdadeiro papel que os negócios podem ter no desenvolvimento da nossa sociedade.
Web del organismo: http://www.artemisia.org.br
Costa Rica25/02/2011
Hace más de 25 años nacieron diversas organizaciones de apoyo y promoción a pequeñas y medianas empresas rurales y urbanas en agricultura convencional, ecológica, procesados, comercialización, turismo comunitario, servicios u otros. Durante todos estos años se realizaron múltiples actividades de coordinación y de compartir recursos hasta que en mayo 2006 se constituyó un Consorcio para el Fortalecimiento de la Economía Social, a fin de ampliar el campo de acción geográfico y temático, así como sumar a otras experiencias similares. En mayo del 2008 obtuvo la personería jurídica como Consorcio para la Gestión de la Economía Social, CONGES.
Los principales ejes estratégicos en el trabajo de CONGES son:
• El desarrollo de capacidades en cada una de los socios desde una visión empresarial de la economía social para servicios eficaces y eficientes en cada uno de los proyectos de los socios
• El intercambio de conocimientos, de capacidades y de experiencias nacionales e internacionales
• La promoción de nuevas empresas en producción, servicios sociales, culturales y ambientales que prioricen en poblaciones vulnerables como mujeres, jóvenes, indígenas, personas con discapacidad y de la tercera edad
• La búsqueda de nuevos mercados y recursos locales, regionales e internacionales
• La sensibilización de la población general sobre el aporte y oportunidades que ofrece la Economía Social y sus reconocimiento en las políticas publicas
• El posesionarnos como uno de los interlocutores de la economía social con el gobierno, la empresa privada, la cooperación y entes internacionales
• La elaboración de estrategias y la coordinación de acciones de incidencia en políticas publicas desde los grupos diferentes destinatarios con quienes trabajan los socios.
• Y la articulación nacional e internacional con iniciativas con propósitos similares,
Web del organismo: http://www.consorcioconges.org/leer.php/2353326
Argentina12/01/2011
Instituto dependiente del Ministerio de la Producción, Recursos Naturales, Forestación y Tierras
Dirección General: Lic. Osvaldo A. Peiretti
Coordinación General: Dr. Santiago Bridoux
De acuerdo con el último Censo llevado a cabo por el INAES, al 30 de Marzo de 2010, Santiago del Estero cuenta con 365 Cooperativas y 89 Mutuales. El Director del IPAC (Instituto Provincial de Acción Cooperativa), Lic. Osvaldo A Peiretti, comprometido con el Sector de la Economía Social, apoya el desarrollo productivo provincial a través de las Cooperativas y Mutuales, sobre la base de una Planificación Estratégica que permita incluir líneas de acción en bien de las personas aumentando la alternativa de inclusión laboral y mejorar la calidad de vida de sus habitantes, constituyendo gradualmente Cooperativas y Mutuales a lo largo y ancho del territorio provincial. Éstas se constituyen sobre pilares de proyectos sustentables que impliquen darle valor agregado a la producción primaria de las distintas regiones que posee Santiago del Estero.
Web del organismo: http://www.ipac.org.ar/
Brasil03/01/2011
O Grupo de Aplicação Interdisciplinar à Aprendizagem (GAIA), atuante em todo o território nacional e sediado em Campinas (SP), foi fundado em 1990, é uma sociedade civil de direito privado sem fins lucrativos, constituído por uma equipe multidisciplinar de 24 sócios e diversos consultores.
O GAIA, através dos trabalhos desenvolvidos, busca promover a educação e a articulação de pessoas e instituições para a inclusão social, a conservação ambiental e a redução de riscos industriais contribuindo para uma sociedade sustentável.
Assim, já são mais de 200.000 os beneficiários entre trabalhadores dos setores público, privado e civil; moradores de comunidades ribeirinhas, rurais e urbanas; professores, estudantes e pais de alunos e ainda o ativo deixado nas comunidades gerando efeito multiplicador desses beneficiários.
Adotando como principais valores: ética, confiança, respeito, compromisso, qualidade solidariedade e congruência, o GAIA tem por objetivo ser referência na promoção do desenvolvimento socioambiental local e regional com compromisso e ética.
Com foco em quem mais precisa e nos resultados para as empresas, nos dezoito anos de existência, o gaia já desenvolveu projetos em 15 estados brasileiros e vem realizando uma história de parcerias com grandes empresas e instituições públicas e do terceiro setor.
Web del organismo: http://www.gaiasocial.org.br
España10/11/2010
Cooperativas Agro-alimentarias (antes llamada Confederación de Cooperativas Agrarias de España) es la organización que representa y defiende los intereses económicos y sociales del movimiento cooperativo agrario español. Está formada por 16 Federaciones y Uniones Territoriales de Cooperativas Agrarias, y Sergacan (Cooperativa de 2º grado de Cantabria), que ofrecen sus servicios y tienen su ámbito de actuación en sus respectivas Comunidades Autónomas.
Así, Cooperativas Agro-alimentarias es el órgano común que representa a las cooperativas españolas de todas las Comunidades Autónomas del territorio español ante la Administración nacional, en la Unión Europea y ante el resto de agentes sociales y económicos de los sectores en los que desarrollan sus actividades las cooperativas agrarias, con el fin de aunar esfuerzos para defender los intereses de los agricultores y ganaderos.
Además, Cooperativas Agro-alimentarias presta servicios de formación, información y asesoramiento a través de sus oficinas en Madrid y Bruselas, contribuyendo así a la mejora de la eficacia del cooperativismo agrario en la consecución de sus fines económicos, sociales y humanos.
Pasado y presente
La Confederación de Cooperativas Agrarias de España (CCAE) se constituye el 7 de noviembre de 1989. La formación de CCAE supuso, en su momento, el logro de la unidad del cooperativismo agrario en la etapa democrática, tras un proceso de adaptación a la nueva realidad política. Desde entonces, ha logrado asentar su propia estructura interna y, por otra parte, conseguir el reconocimiento de su representatividad ante las Administraciones nacional y comunitaria, las organizaciones agrarias y las distintas asociaciones y agrupaciones del sector agroalimentario.
A principios de 2009, CCAE cambia de nombre y pasa a denominarse Cooperativas Agro-alimentarias. La realidad económica, social y empresarial ha cambiado y el nuevo nombre intenta subrayar, en mayor medida, la vertiente de empresa integral, moderna y adaptada a los mercados actuales que deben tener hoy en día las cooperativas.
Cooperativas Agro-alimentarias se encarga, además, de difundir, defender y fomentar el cooperativismo como modelo empresarial que permite al agricultor y ganadero participar, en mayor medida, del valor añadido de sus productos y, por extensión, dar mayor transparencia y estabilidad a los mercados agrarios.
Al mismo tiempo, la fórmula cooperativista ayuda a evitar la despoblación en el medio rural, manteniendo y creando puestos de trabajo en las zonas en las que las cooperativas están ubicadas, contribuyendo a la sostenibilidad del entorno y al desarrollo rural. Además, las cooperativas resultan un instrumento muy eficaz para controlar la trazabilidad, calidad y seguridad de los productos agrarios a lo largo de toda la cadena, desde el campo hasta el consumidor.
Hoy por hoy, Cooperativas Agro-alimentarias representa a casi 3.000 cooperativas integradas en Federaciones y Uniones de todas las Comunidades Autónomas, que suponen una facturación total anual de más de 13.700 millones de euros, según datos de 2007.
Web del organismo: http://www.agro-alimentarias.coop
España11/10/2010
La Unión Española de Cooperativas de Enseñanza (UECOE), se constituye como único ente representativo a nivel estatal de los centros de enseñanza cuya fórmula jurídica es la Sociedad Cooperativa de Enseñanza.
Constituida legalmente en 1989, aunque ya tuviera una andadura anterior, actualmente agrupa aproximadamente a 450 Cooperativas de Enseñanza, perteneciendo a éstas unos 6.700 socios trabajadores y 2.400 contratados, con una facturación de 23.000 millones, y contando con unos 205.000 alumnos.
Las cooperativas de enseñanza tienen un acusado componente social, tal y como lo demuestra el control democrático de las decisiones por parte de todos los trabajadores.
Sus centros educativos atendidos como laboratorios permanentes para la reflexión y la práctica de una educación abierta, democrática y plural imparten : Educación Infantil, Educación Primaria, Educación Secundaria Obligatoria, Bachilleres, C.O.U., F.P., Ciclos Formativos de Grado medio y superior, Educación Especial, Educación Medioambiental, Ocio y Tiempo Libre , Programas de Garantía Social, Escuelas Universitarias, etc.
Nace, ya desde su constitución, con una clara vocación de representar ante todos los foros posibles al cooperativismo de enseñanza, de mantener buenas relaciones con las organizaciones empresariales y sindicales del sector, y con una ineludible voluntad de dinamizar el movimiento cooperativo educativo.
La Unión Española de Cooperativas de Enseñanza tiene una especial preocupación por desarrollar una renovación pedagógica de acuerdo a los principios sociales y económicos del mundo cooperativo, correspondiéndole, como patronal de enseñantes, un liderazgo en dichos temas. De esa forma las Cooperativas de Enseñanza están cohesionadas ante los objetivos comunes como, entender la gestión empresarial como indispensable procurando una profesionalización de los equipos directivos, aportar soluciones a los problemas específicos de la educación, construcción del proyecto pedagógico junto al proyecto empresarial, ver que el mundo educativo necesita de alternativas válidas, y las Cooperativas de Enseñanza están en un momento óptimo para ofrecerlas.
Y es, en su corta andadura de trabajo organizado, donde los frutos no se han hecho esperar, UECOE pertenece como miembro de pleno derecho en todas las plataformas en donde está presente tanto el Movimiento Cooperativo, así CEPES (Confederación Empresarial Española de la Economía Social), Dirección General de Fomento de la Economía Social , etc; como en los foros educativos como en el Consejo Escolar del Estado, mesas de estudio y trabajo con diferentes Departamentos del Ministerio de Educación y Cultura, y manteniendo relaciones fluidas con el resto de las organizaciones empresariales.
Web del organismo: http://www.uecoe.es
España11/10/2010
El Comité Español de Representantes de Personas con Discapacidad, más conocido por sus siglas, CERMI, es la plataforma de representación, defensa y acción de la ciudadanía española con discapacidad más de tres millones y medio de personas, más sus familias, que conscientes de su situación de grupo social desfavorecido, deciden unirse, a través de las organizaciones en las que se agrupan, para avanzar en el reconocimiento de sus derechos y alcanzar la plena ciudadanía en igualdad de derechos y oportunidades con el resto de componentes de la sociedad.
CERMI es la plataforma de encuentro y acción política de las personas con discapacidad, constituido por las principales organizaciones estatales de personas con discapacidad, varias entidades adheridas de acción sectorial y un nutrido grupo de plataformas autonómicas, todas las cuales agrupan a su vez a más de 5.000 asociaciones y entidades, que representan en su conjunto a los tres millones y medio de personas con discapacidad que hay en España, un 9% de la población total.
Web del organismo: http://www.cermi.es
Brasil05/10/2010
O FBES é, antes de tudo, fruto do processo histórico que culminou no I Fórum Social Mundial (I FSM), que contou com a participação de 16 mil pessoas vindas de 117 países, nos dias 25 a 30 de janeiro de 2001. Dentre as diversas oficinas, que promoviam debates e reflexões, 1.500 participantes acotovelam-se na oficina denominada “Economia Popular Solidária e Autogestão” onde se tratava da auto-organização dos/as trabalhadores/as, políticas públicas e das perspectivas econômicas e sociais de trabalho e renda.
A manifestação de interesses e a necessidade de articular a participação nacional e internacional do I FSM propiciaram a constituição do Grupo de Trabalho Brasileiro de Economia Solidária (GT- Brasileiro), composto de redes e organizações de uma diversidade de práticas associativas do segmento popular solidário: rural, urbano, estudantes, igrejas, bases sindicais, universidades, práticas governamentais de políticas sociais, práticas de apoio ao crédito, redes de informação e vínculo às redes internacionais. As doze entidades e redes nacionais que em momentos e níveis diferentes participavam do GT-Brasileiro eram: Rede Brasileira de Socioeconomia Solidária (RBSES); Instituto Políticas Alternativas para o Cone Sul (PACS); Federação de Órgãos para a Assistência Social e Educacional (FASE); Associação Nacional dos Trabalhadores de Empresas em Autogestão (ANTEAG); Instituto Brasileiro de Análises Sócio-Econômicas (IBASE); Cáritas Brasileira; Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST/CONCRAB); Rede Universitária de Incubadoras Tecnológicas de Cooperativas Populares (Rede ITCPs); Agência de Desenvolvimento Solidário (ADS/CUT); UNITRABALHO; Associação Brasileira de Instituições de Micro-Crédito (ABICRED); e alguns gestores públicos que futuramente constituíram a Rede de Gestores de Políticas Públicas de Economia Solidária.
O GT-Brasileiro buscou a unidade na diversidade, favorecendo a construção da identidade do campo da denominada “Economia Solidária”, graças à prática de respeitar as contribuições diversas de cada região e especificidades de suas organizações. Não apenas isso. Sabia que era necessário investir na divulgação, caracterizar suas atividades e se constituir como uma articulação de dimensão nacional. É a partir deste grupo que se propõe a constituição de um fórum em dimensão nacional. Nisso, tanto a realização das plenárias quanto a elaboração dos Princípios da Economia Solidária foram decisivas para ampliar e, ao mesmo tempo, caracterizar seu campo de ação. O movimento que vinha sendo articulado pelo GT-Brasileiro era constituído principalmente por entidades de assessoria/ fomento e por um segmento de gestores públicos e apontava, desde o início, para a necessidade de combinar a ampliação regional com o investimento em empresas e empreendimentos do campo da denominada “Economia Solidária”. Faltava uma política pública nacional de Economia Solidária e um processo de enraizamento, constituído principalmente através de empreendimentos de economia solidária e empresas de autogestão nas di ersas regiões do país.
No final de 2002, decorrente do processo eleitoral que culminou com a vitória do Governo Lula, o GT-Brasileiro elaborou a Carta ao Governo Lula intitulada “Economia Solidária como Estratégia Política de Desenvolvimento”. Aquele documento de interlocução com o futuro governo apresentava as diretrizes gerais da Economia Solidária e reivindicava a criação da Secretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES). Durante a I Plenária Brasileira de Economia Solidária, realizada em São Paulo, nos dia 9 e 10 de dezembro de 2002, contando com mais de 200 pessoas - entre trabalhadoras/es de empreendimentos associativos, entidades de representação, entidades de assessoria/ fomento e gestores de políticas públicas – foi aprovada e encaminhada a Carta.
A II Plenária, realizada durante o FSM de janeiro de 2003, em Porto Alegre, foi aberta pelo GT-Brasileiro e presidida pelo professor Paul Singer. Neste evento foi publicado e distribuído o livro: “Do Fórum Social Mundial ao Fórum Brasileiro de Economia Solidária” para as/os 800 participantes, constituídos principalmente por representantes de empreendimentos, entidades de fomento e redes internacionais. A Plenária definiu agenda de mobilização de debates e sensibilização pelas regiões do país e legitimou o GT-Brasileiro como promotor do processo de mobilização da Economia Solidária.
Em junho de 2003 realizou-se a III Plenária Brasileira de Economia Solidária, que contou com um processo preparatório de mobilização em 17 estados, e teve a participação de 900 pessoas de diversas partes do país. Foi neste evento que foi criada, de forma definitiva, a denominação Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES). A SENAES foi constituída pouco antes deste evento. O FBES saiu desta III Plenária com a incumbência de articular e mobilizar as bases da Economia Solidária pelo país em torno da Carta de Princípios e da Plataforma de Lutas aprovadas naquela oportunidade. Além de se definir a composição e funcionamento do FBES, foi iniciado um processo interlocução do FBES com a SENAES com o compromisso de promover um intercâmbio qualificado de interesses econômicos, sociais e políticos, numa perspectiva de superar práticas tradicionais de dependência, que tanto têm comprometido a autonomia necessária ao desenvolvimento das organizações sociais. Outro fruto decorrente daquele evento foi o desencadeamento da criação dos fóruns estaduais e regionais que puderam garantir, por sua vez, a realização do I Encontro Nacional de Empreendimentos de Economia Solidária com trabalhadoras/es advindos de todos os estados. Este encontro teve um total de 2 500 pessoas e aconteceu nos dias 13, 14 e 15 de agosto de 2004.
Neste processo, a Economia Solidária foi desafiada a gerir abastecimento, comercialização, trabalhar com moeda social, promover rodadas de negócio, realizar feiras em todos os estados, fazer campanha de consumo consciente, comércio justo e solidário, constituir redes, cadeias produtivas, finanças solidárias, trabalhar no campo do marco legal (especialmente: lei geral do cooperativismo e cooperativa de trabalho).
Durante o III FSM, em Porto Alegre, realizou-se uma reunião de dezenas de representantes da América Latina, o que promoveu, por meio de seminários, encontros e feiras, a ampliação das perspectivas de integração regional do movimento de Economia Solidária e, com isso, o trabalho de articulação com a América Latina entrou definitivamente na agenda do FBES.
Em 2006, após a realização das Conferências Estaduais, quando foram escolhidos as/os delegadas/os e definidas as reivindicações e propostas, realizou-se a I Conferência Nacional de Economia Solidária, em Brasília, no período de 26 a 29 de junho. Na Conferência foram discutidas as resoluções voltadas à participação no Conselho Nacional de Economia Solidária e propostas para políticas públicas para a Economia Solidária.
Quanto à organização e funcionamento, integram o FBES os três segmentos do campo da Economia Solidária: empreendimentos da economia solidária, entidades de assessoria e/ou de fomento e gestores públicos.
Web del organismo: http://www.fbes.org.br/
Brasil13/09/2010
A Associação em Áreas de Assentamento no Estado do Maranhão - ASSEMA é uma organização liderada por trabalhadores rurais e mulheres quebradeiras de coco babaçu, que promove a produção familiar, utilizando e preservando os babaçuais, para a melhoria da qualidade de vida no campo. De caráter regional, a ASSEMA não tem fins lucrativos e atua na denominada região do Médio Mearim, no estado do Maranhão, localizado no Meio Norte do Brasil.
Fundada em 1989, por iniciativa de lideranças sindicais dos municípios de Esperantinópolis, Lima Campos, São Luiz Gonzaga do Maranhão e Lago do Junco que visavam investir na melhoria das condições de trabalho e de vida e na defesa dos babaçuais.
Há 16 anos, a ASSEMA vem prestando assessoria técnica, jurídica, econômica e política às famílias de trabalhadores rurais, em especial às famílias quebradeiras de coco babaçu, em suas ações de melhoria econômica da agricultura familiar, estimulando a organização de sistemas cooperativistas e associativistas para a produção de alimentos orgânicos.
A ASSEMA tem contribuído para:
- Fortalecimento do direito à cidadania das famílias de trabalhadores rurais e quebradeiras de coco babaçu;
- A criação de iniciativas econômicas sustentáveis e solidárias;
- Promoção da equidade nas relações de gênero, gerações e etnias
- A sensibilização para a importância da agricultura ecológica orgânica;
- Combate ao êxodo rural com alternativas que ajudem as pessoas a permanecerem na terra conquistada;
- A implementação de políticas públicas que primam pela preservação dos babaçuais e de leis municipais que garantem às quebradeiras de coco o livre acesso aos babaçuais;
Visão: Promover o desenvolvimento sustentável, para viabilizar a autonomia das famílias assentadas.
Missão: A construção coletiva, pelos trabalhadores rurais e quebradeiras de coco babaçu do Médio Mearim, de ações sustentáveis de utilização dos recursos naturais na busca da qualidade de vida no campo, tendo como base a produção familiar, relações justas de gênero e o respeito às etnias e à diversidade cultural.
Web del organismo: http://www.assema.org.br/
Puerto Rico23/08/2010
La Fundación Comunitaria de Puerto Rico (FCPR, www.fcpr.org), impulsa un nuevo programa de desarrollo económico comunitario llamado Acción Comunitaria Para Una Economía Solidaria. En noticia de prensa, el Sr. Nelson Colon, presidente y principal oficial ejecutivo de la Fundación, reconoce que las cooperativas, las corporaciones propiedad de trabajadores, las OSFL son modelos de la economía solidaria que ayudan a la gente a organizar y generar sus propios empleos.
El Sr. Colon propone que el Gobierno adopte como política pública estimular la generación de empresas comunitarias.
Web del organismo: http://www.fcpr.org
Ecuador06/07/2010
La secretaria nacional del Migrante anunció que las operaciones del Banco iniciarán en noviembre. Ésta será una banca de inversión que buscará canalizar los recursos de los migrantes en proyectos productivos. Es una banca que parte de las necesidades del migrante para que tengan beneficios y sean incluidos en el sistema económico tanto dentro del país de origen como en el de destino. Este banco trabajará inicialmente con unas 30 cooperativas que se encuentran en las zonas de donde provienen los migrantes como Azuay, Bolívar, Guayas, entre otras. Además, trabajarán la Corporación de Finanzas Populares y la Banca Pública.
Web del organismo: http://www.migranteecuatoriano.gov.ec/content/view/823/162/
Ecuador05/07/2010
Luego de varios pedidos del sector, la Superintendencia de Bancos y Seguros anunció la creación de la Intendencia de Cooperativas de Ahorro y Crédito. El fin es "la protección a los pequeños depositantes que no están debidamente capacitados para monitorear la estabilidad de las entidades bancarias y la solidez del sector cooperativo controlado por la Superintendencia de Bancos y Seguros".
Web del organismo: http://www.superban.gov.ec/practg/p_index
El Salvador27/05/2010
Los municipios de San Fernando, Cancasque, San Isidro Labrador y San Francisco Morazán, del departamento de Chalatenango integran esta microregión. Estos municipios tienen escasas poblaciones que no sobrepasan los 3 mil habitantes y densidades bajas: 34.4, 63.8, 21.2 y 28.3 hab/km2, respectivamente. Sus habitantes tienen fuertes lazos sociales y económicos con las poblaciones del sur de Honduras, quienes, por la accidentada geografía, están unidas naturalmente con la Región Norte de nuestro país.
Sus habitantes están dedicados principalmente a la agricultura de granos básicos, destinados al sustento familiar. Durante mucho tiempo fue una zona muy apta y dedicada al cultivo del café, sin embargo, la crisis del grano ha producido desempleo y proliferación de comercio informal. Con esta iniciativa se pretende enfrentar el poco trabajo asociativo que existe.
Web del organismo: http://www.marn.gob.sv/
Ecuador23/05/2010
La Cooperativa de Ahorro y Crédito Astapa empezará a funcionar en un mes, con el objetivo de eliminar a los prestamistas informales, también conocidos como chulqueros, que prestan dinero con un interés desde el 20 hasta el 30 por ciento.
Los agricultores son quienes pondrán el capital para otorgar 300 dólares a cada comerciante, para que puedan incrementar sus negocios o incursionar en nuevos emprendimientos.
Cristina Quinde, coordinadora general de Codmiprol, mencionó que los créditos serán entregados en forma asociativa y previo a una presentación de un plan de trabajo.
La idea es entregar los recursos a un interés mínimo de 2 ó 3 por ciento, para que los comerciantes puedan generar recursos para el provecho de sus familias y la comunidad.
La cooperativa, más que un negocio, tiene fines sociales para que la comunidad de Naranjito mejore su nivel de vida.
Web del organismo: http://www.telegrafo.com.ec/economiasolidaria/noticia/archive/economiasolidaria/2010/04/13/Agricultores-tienen-planes-productivos.aspx