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	<title>Brasil | OIBESCOOP</title>
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	<description>Observatorio Iberoamericano del Empleo y de la Economía Social y Cooperativa</description>
	<lastBuildDate>Tue, 28 Sep 2021 09:21:47 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Brasil | OIBESCOOP</title>
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	<item>
		<title>Tecnologias sociais para políticas públicas de habitação no Brasil: Potencialidades identificadas em experiências recentes</title>
		<link>https://www.oibescoop.org/estudios_e_investig/tecnologias-sociais-para-politicas-publicas-de-habitacao-no-brasil-potencialidades-identificadas-em-experiencias-recentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leandro@Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Sep 2021 18:04:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[El propósito de este artículo es argumentar que existen importantes experiencias en Tecnologías Sociales (TS) para la vivienda ya consolidadas en el país. La hipótesis es que TS puede ayudar a algunas estrategias de políticas gubernamentales dirigidas a la vivienda.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>El debate sobre la vivienda en Brasil se retomó en un momento de fuerte demanda social, con ausencia de políticas habitacionales nacionales y estatales y una oferta insuficiente de iniciativa privada para suplir el déficit habitacional existente. El propósito de este artículo es argumentar que existen importantes experiencias en Tecnologías Sociales (TS) para la vivienda ya consolidadas en el país. La hipótesis es que TS puede ayudar a algunas estrategias de políticas gubernamentales dirigidas a la vivienda. El argumento se divide en dos secciones. El primero ofrece una breve revisión teórica del concepto de ST; y el segundo trata el tema de la vivienda y las experiencias catalogadas en el Banco de Tecnologías Sociales (BTS) de la Fundación Banco do Brasil (FBB). Al final, se afirma que los TS son alternativas para enfrentar el problema habitacional y se plantean puntos básicos para su implementación en las acciones y políticas públicas de vivienda en Brasil.</p>
<p><strong>Palabras clave</strong>: Tecnologías sociales; Política de vivienda; Desarrollo social; Brasil.</p>
<p>RBEST Rev. Bras. Eco. Soc. Trab. / BJSLE Braz. J. Soc. Lab. Econ., Campinas, v. 3, e021002, 2021 – ISSN 2674-9564</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Extensão universitária, Economia Solidária e geração de oportunidades no contexto da COVID-19: uma visão a partir de três experiências concretas no território brasileiro</title>
		<link>https://www.oibescoop.org/estudios_e_investig/extensao-universitaria-economia-solidaria-e-geracao-de-oportunidades-no-contexto-da-covid-19-uma-visao-a-partir-de-tres-experiencias-concretas-no-territorio-brasileiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leandro@Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Apr 2021 14:44:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Este texto visa divulgar experiências, englobando a atuação extensionista de três instituições de educação superior e tecnológica no Brasil – Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB) e Universidade Estadual Paulista (Unesp). Em geral, tais experiências envolvem a mobilização de grupos associativistas e a construção de novas parcerias, inclusive com os poderes públicos locais, seja para fomentar novas oportunidades de atuação produtiva a partir de demandas específicas de combate à epidemia, seja para assessorar grupos já formados para se adequarem às novas dinâmicas de comercialização em tempos de isolamento social, sem deixarem de se ater a outras necessidades emergenciais que afetam as populações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O recente cenário de expansão epidêmica em nível global, provocada pelo novo coronavírus (Covid-19), trouxe à tona uma avassaladora crise humanitária que vai além da questão sanitária propriamente dita, marcada pelo crescente número de vítimas em todo o mundo, afetando também as economias nacionais. Com isso, houve uma elevação do desemprego em todos os países afetados, em virtude das medidas de isolamento indicadas como forma de conter a proliferação viral.</p>
<p>Especificamente no Brasil, dados recentes indicam que, somente no mês de maio, 9,7 milhões de pessoas perderam suas ocupações, elevando bruscamente o contingente populacional em situação de vulnerabilidade e incerteza econômica. Algumas previsões já apontam para uma queda superior aos 10% no produto interno bruto (PIB) do país em 2020, o que resultaria em uma situação sem precedentes até então (Dweck et al., 2020). Por sua vez, as políticas públicas de enfrentamento anunciadas até o momento pelo governo federal são controversas, além de serem consideradas tímidas em relação a medidas tomadas por outros países (Nogueira, Silva e Carvalho, 2020; Amitrano et al., 2020; Dieese, 2020; Palludeto et al., 2020; Valadares et al., 2020).</p>
<p>Dado esse contexto emergencial, novas estratégias precisam ser consideradas como possibilidades de geração de oportunidades que auxiliem grupos sociais mais expostos à vulnerabilidade econômica. Instituições públicas, como universidades e institutos de educação tecnológica, tanto de natureza federal quanto estadual, surgem, então, como agentes importantes nesse processo, sobretudo devido à sua capilaridade no território nacional.</p>
<p>Além de seu papel fundamental no desenvolvimento de pesquisas para o desenvolvimento de tratamentos e proteção contra os malefícios sanitários da epidemia, sua atuação nas comunidades, por meio de projetos de extensão, pode auxiliar também grupos sociais a promover atividades produtivas para a geração de trabalho e renda a um contingente considerável de famílias. Nesse sentido, a prática de extensão universitária<br />
expressa um vínculo fundamental da universidade com o território e a sociedade em que ela se insere, e é necessariamente indissociável das funções de ensino e pesquisa.</p>
<p>Para esse tipo de atuação, os princípios da economia solidária surgem como orientadores importantes da prática extensionista nesses grupos, com o objetivo de fomentar iniciativas econômicas baseadas no associativismo, na autogestão e no desenvolvimento local sustentável (Silva, 2017). Embora práticas com essa perspectiva já ocorram há algum tempo em grande parte do país,15 o cenário de epidemia lançou novos desafios às equipes de extensionistas, que vêm necessitando adequar abordagens metodológicas para o atendimento dessas demandas emergentes que têm se colocado.</p>
<p>Este texto visa, então, divulgar experiências que se encaixam de alguma forma nessa perspectiva, englobando a atuação extensionista de três instituições de educação superior e tecnológica no Brasil – Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB) e Universidade Estadual Paulista (Unesp). Em geral, tais experiências envolvem a mobilização de grupos associativistas e a construção de novas parcerias, inclusive com os poderes públicos locais, seja para fomentar novas oportunidades de atuação produtiva a partir de demandas específicas de combate à epidemia, seja para assessorar grupos já formados para se adequarem às novas dinâmicas de comercialização em tempos de isolamento social, sem deixarem de se ater a outras necessidades emergenciais que afetam as populações envolvidas.</p>
<p>Fuente: Boletim IPEA, mercado de trabalho | 69 | julho 2020</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Enfoque político e institucional de la economía solidaria en América Latina y la experiencia del Senaes en Brasil (2004-2019)</title>
		<link>https://www.oibescoop.org/estudios_e_investig/enfoque-politico-e-institucional-de-la-economia-solidaria-en-america-latina-y-la-experiencia-del-senaes-en-brasil-2004-2019/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leandro@Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Apr 2021 14:39:14 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.oibescoop.org/?post_type=estudios_e_investig&#038;p=2866</guid>

					<description><![CDATA[Este artículo analiza la trayectoria de la institucionalización de la Economía Solidaria en América Latina, a partir de la movilización de los trabajadores organizados bajo la autogestión a partir de la década de los 1990, postulando su inserción en la agenda gubernamental a través de la articulación de políticas públicas que apoyen desarrollo de sus actividades, buscando la generación de empleo, ingresos y ciudadanía. Se presenta la experiencia brasileña con la creación, en 2003, de la Secretaría Nacional de Economía Solidaria - SENAES.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>El presente artículo analiza la trayectoria de la institucionalización de la Economía Solidaria en América Latina, a partir de la movilización de los trabajadores organizados bajo la autogestión a partir de la década de los 1990, postulando su inserción en la agenda gubernamental a través de la articulación de políticas públicas que apoyen desarrollo de sus actividades, buscando la generación de trabajo, ingresos y ciudadanía. En América Latina, la institucionalización de la Economía Solidaria se acentuó durante gobiernos progresistas, en forma de “otra economía”, “Economía Popular”, “Economía del Trabajo”, buscando reducir la desigualdad y el desempleo a través de una organización de producción y trabajo diferente de las empresas de capital. Aquí se presentará la experiencia brasileña con la creación, en 2003, de la Secretaría Nacional de Economía Solidaria &#8211; SENAES, que hasta 2019 capitaneó de forma transversal las políticas públicas de Economía Solidaria. Mediante el análisis de la composición presupuestaria en el período 2004 a 2017, se puede inferir que el SENAES dirigió aportes de recursos para programas temáticos y acciones específicas y estratégicas, buscando contemplar las demandas del movimiento Economía Solidaria en Brasil.</p>
<p>Recuperado de: <a href="https://www.revistaotraeconomia.org/index.php/otraeconomia/article/view/14925">https://www.revistaotraeconomia.org/index.php/otraeconomia/article/view/14925</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Política econômica no Pachamamismo do Buen Vivir: um estudo teórico</title>
		<link>https://www.oibescoop.org/estudios_e_investig/politica-economica-no-pachamamismodo-buen-vivir-um-estudo-teorico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leandro@Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2020 17:41:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Este artículo tiene como objetivo investigar el Pachamamismo (denominación dada a la corriente  indígena-Pachamamista  presente  en  los  preceptos  teóricos  del  Buen  Vivir).  La pregunta  que  plantea  la  encuesta  es:  ¿Existe  una  propuesta  de  política  económica  del Pachamamismo? ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este artículo tiene como objetivo investigar el Pachamamismo (denominación dada a la corriente<span class="Apple-converted-space">  </span>indígena-Pachamamista<span class="Apple-converted-space">  </span>presente<span class="Apple-converted-space">  </span>en<span class="Apple-converted-space">  </span>los<span class="Apple-converted-space">  </span>preceptos<span class="Apple-converted-space">  </span>teóricos<span class="Apple-converted-space">  </span>del<span class="Apple-converted-space">  </span>Buen<span class="Apple-converted-space">  </span>Vivir).<span class="Apple-converted-space">  </span>La pregunta<span class="Apple-converted-space">  </span>que<span class="Apple-converted-space">  </span>plantea<span class="Apple-converted-space">  </span>la<span class="Apple-converted-space">  </span>encuesta<span class="Apple-converted-space">  </span>es:<span class="Apple-converted-space">  </span>¿Existe<span class="Apple-converted-space">  </span>una<span class="Apple-converted-space">  </span>propuesta<span class="Apple-converted-space">  </span>de<span class="Apple-converted-space">  </span>política<span class="Apple-converted-space">  </span>económica<span class="Apple-converted-space"> </span>del Pachamamismo?<span class="Apple-converted-space">  </span></p>
<p>Para<span class="Apple-converted-space">  </span>contestar<span class="Apple-converted-space">  </span>a<span class="Apple-converted-space">  </span>la<span class="Apple-converted-space">  </span>pregunta,<span class="Apple-converted-space">  </span>el<span class="Apple-converted-space">  </span>artículo<span class="Apple-converted-space">  </span>utilizó<span class="Apple-converted-space">  </span>la<span class="Apple-converted-space">  </span>metodología<span class="Apple-converted-space">  </span>descriptiva-cualitativa<span class="Apple-converted-space">  </span>y,<span class="Apple-converted-space">  </span>como<span class="Apple-converted-space">  </span>procedimiento<span class="Apple-converted-space">  </span>técnico,<span class="Apple-converted-space">  </span>un<span class="Apple-converted-space">  </span>enfoque<span class="Apple-converted-space">  </span>sistemático<span class="Apple-converted-space">  </span>a<span class="Apple-converted-space">  </span>través<span class="Apple-converted-space">  </span>de<span class="Apple-converted-space">  </span>la<span class="Apple-converted-space">  </span>evaluación crítica de datos bibliográficos y documentales sobre el tema. En la primera parte del texto, se presentó el concepto de Buen Vivir. En la segunda parte de la investigación, se profundizó en el campo<span class="Apple-converted-space">  </span>semántico<span class="Apple-converted-space">  </span>del<span class="Apple-converted-space">  </span>concepto<span class="Apple-converted-space">  </span>de<span class="Apple-converted-space">  </span>Pachamamismo,<span class="Apple-converted-space">  </span>evidenciando<span class="Apple-converted-space">  </span>su<span class="Apple-converted-space">  </span>densidad<span class="Apple-converted-space">  </span>histórica, estructura social e investigando si los autores de la corriente presentan una política económica originalmente indigenista-pachamamista.</p>
<p>Los resultados muestran que el Pachamamismo tiene una<span class="Apple-converted-space">  </span>estructura<span class="Apple-converted-space">  </span>filosófica<span class="Apple-converted-space">  </span>y<span class="Apple-converted-space">  </span>antropológica<span class="Apple-converted-space">  </span>bien<span class="Apple-converted-space">  </span>estructurada.<span class="Apple-converted-space">  </span>Sin<span class="Apple-converted-space">  </span>embargo,<span class="Apple-converted-space">  </span>el<span class="Apple-converted-space">  </span>pachamamismo carece de su propia política económica original.</p>
<p><strong>Disponible en</strong>: <a href="https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/argumentos/article/view/947/1004">https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/argumentos/article/view/947/1004</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Economia Solidária e o Ecossistema  Empreendedor Solidário: um estudo de caso do município de Araraquara</title>
		<link>https://www.oibescoop.org/estudios_e_investig/economia-solidaria-e-o-ecossistema-empreendedor-solidario-um-estudo-de-caso-do-municipio-de-araraquara-sp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leandro@Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2019 19:14:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Este trabalho fará um estudo de caso do município de Araraquara, no intuito de entender como se concebem a organicidade e as articulações dos principais atores envolvidos nesse processo, através de um olhar pela perspectiva da política pública de ESOL local. Em se tratando de um “estudo de caso”, o objetivo do que se propõe nesta pesquisa será fundamentalmente atingido com base em revisão bibliográfica e realização de entrevistas com atores importantes no processo de construção do ecossistema empreendedor para ESOL no território.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Economia Social e Solidária (ESS) é um campo heterogêneo do ponto de vista teórico-conceitual e da práxis, que contempla um conjunto atividades em todos os setores da atividade econômica, organizadas em forma de cooperativas, associações, organizações não<br />
governamentais (ONG’s), fundações e até mesmo com base na informalidade. No Brasil, costuma-se referi-la como Economia Solidária (ESOL). No entanto, devido às indefinições teórico-conceituais sobre o tema, observa-se o crescimento da importância e do interesse em<br />
se entender essa temática, que vem progressivamente ganhando espaço nas agendas públicas, nas universidades e nas organizações multilaterais. Isto porque tais atividades contribuem para o enfrentamento do desemprego, através da geração de trabalho e renda. Todavia, os empreendimentos econômicos solidários (EES) – componente fundamental da ESOL na dinâmica econômica real – caracterizam-se por fragilidades estruturais, intrínsecas ao seu modus operandi. Uma das formas para se enfrentar essa realidade reside na construção e no fortalecimento do chamado “ecossistema empreendedor solidário”, que se refere a um conjunto de relações entre atores e agentes do território, que estão direta ou indiretamente conectados ao funcionamento dos EES. Nesta perspectiva, é de fundamental relevância a análise de uma determinada experiência territorial, no sentido de compreender a dinâmica e o processo de construção do ecossistema empreendedor solidário. Para isso, este trabalho fará um estudo de caso do município de Araraquara, no intuito de entender como se concebem a organicidade e as articulações dos principais atores envolvidos nesse processo, através de um olhar pela perspectiva da política pública de ESOL local. Em se tratando de um “estudo de caso”, o objetivo do que se propõe nesta pesquisa será fundamentalmente atingido com base em revisão bibliográfica e realização de entrevistas com atores importantes no processo de construção do ecossistema empreendedor para ESOL no território.</p>
<p><a href="https://www.oibescoop.org/wp-content/uploads/MONOGRAFIA-CAROLINE-CRISTINA-SANCHES.pdf">MONOGRAFIA CAROLINE CRISTINA SANCHES</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Em busca de avanços teóricos acerca da Economia Social e Solidária: a contribuição do CIRIEC-Brasil</title>
		<link>https://www.oibescoop.org/estudios_e_investig/em-busca-de-avancos-teoricos-acerca-da-economia-social-e-solidaria-a-contribuicao-do-ciriec-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leandro@Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2017 15:19:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presente texto, longe de se configurar um artigo “científico”, com o rigor requerido para tal, pode ser entendido como um ensaio que objetiva mostrar o processo histórico de institucionalização da economia social e solidária (ESS) no Brasil, constatando que este caminhar histórico levou à criação de instituições –empreendimentos solidários, organizações não governamentais (ONGs) e poder público – que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presente texto, longe de se configurar um artigo “científico”, com o rigor requerido para tal, pode ser entendido como um ensaio que objetiva mostrar o processo histórico de institucionalização da economia social e solidária (ESS) no Brasil, constatando que este caminhar histórico levou à criação de instituições –empreendimentos solidários, organizações não governamentais (ONGs) e poder público – que têm natureza eminentemente prática.</p>
<p>Embora de um lado a práxis tenha um viés positivo de transformar a ESS em um movimento de base, tal questão deixou uma lacuna teórica sobre determinados conceitos utilizados, não existindo, portanto, uma “teoria” ou “doutrina” da ESS. Buscando contribuir com esta lacuna, surgem instituições de pesquisa como o Centro Internacional de Pesquisa e Informação sobre Economia Coletiva (Ciriec-Brasil) – que será apresentado posteriormente – e que poderá servir como dinamizador de reflexões e debates que possam levar à construção de elementos teóricos e conceituais sobre o tema.</p>
<p>Artigo disponível em:</p>
<p><a href="http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/mercadodetrabalho/171024_bmt_63_13_economia_solidaria_em_busca_de_avancos.pdf">http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/mercadodetrabalho/171024_bmt_63_13_economia_solidaria&#8230;pdf</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cooperaça o Sul-Sul e triangular e Economia Social e Solida ria: possí veis conexo es e contribuiço es para o desenvolvimento sustenta vel inclusivo</title>
		<link>https://www.oibescoop.org/estudios_e_investig/cooperaca-o-sul-sul-e-triangular-e-economia-social-e-solida-ria-possi-veis-conexo-es-e-contribuico-es-para-o-desenvolvimento-sustenta-vel-inclusivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alex28.Garcia@OiB4546T]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jul 2017 15:10:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As frequentes crises econômicas mundiais colocaram o emprego no centro das estratégias de desenvolvimento local, nacional e internacional. Juntamente com as mudanças nos cenários geopolíticos e econômicos, isso fez aumentar muito a importância dos países do Sul Global nos processos de desenvolvimento. Nesse sentido, ganha espaço a solidariedade, e a Cooperação Sul-Sul e triangular é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="body">As frequentes crises econômicas mundiais colocaram o emprego no centro das estratégias de desenvolvimento local, nacional e internacional. Juntamente com as mudanças nos cenários geopolíticos e econômicos, isso fez aumentar muito a importância dos países do Sul Global nos processos de desenvolvimento.</p>
<p>Nesse sentido, ganha espaço a solidariedade, e a Cooperação Sul-Sul e triangular é uma manifestação desta entre os países e povos do Sul que contribui para o seu bem-estar nacional, a sua autossuficiência nacional e coletiva, e a realização dos objetivos de desenvolvimento, incluindo os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio acordados internacionalmente, conforme preconiza a estratégia de Cooperação Sul-Sul e triangular da OIT. E, nesta direção, a Economia Social e Solidária assume uma importância fundamental, uma vez que defende a possibilidade de geração de trabalho, emprego e renda, a partir dos Empreendimentos Econômicos Solidários.</p>
<p>Os Empreendimentos Econômicos Solidários podem funcionar através de cooperativas, associações, empresas sociais, entre outros empreendimentos, que já se mostram, em diversos países, capazes de contribuir para a geração de riqueza e a inserção sócioocupacional de diversas pessoas, incluindo os jovens e os grupos desfavorecidos.</p>
<p>Constitui-se, indubitavelmente, um tema de relevância e pertinência no contexto de perspectivas sombrias relativas ao desemprego no mundo, que serão apresentadas a seguir. Além disso, a Economia Social e Solidária, com base nos seus elementos constitutivos (cooperação, autogestão, solidariedade, participação dos atores locais, uso sustentável dos recursos, etc.), pode contribuir para se repensar o atual modelo de desenvolvimento, na direção do desenvolvimento sustentável inclusivo, com repercussões no desenvolvimento local-territorial.</p>
<p class="link">Disponible en: <a title="Leer más" href="http://www.ilo.org/wcmsp5/groups/public/---dgreports/---exrel/documents/genericdocument/wcms_236661.pdf">http://www.ilo.org/wcmsp5/groups/public/&#8212;dgreports/&#8212;exrel/documents/genericdocument/wcms_236661.pdf</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sistema Nacional de Informações em Economia Solidária</title>
		<link>https://www.oibescoop.org/estudios_e_investig/sistema-nacional-de-informacoes-em-economia-solidaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alex28.Garcia@OiB4546T]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jul 2017 15:07:57 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.oibescoop.org/?post_type=estudios_e_investig&#038;p=1009</guid>

					<description><![CDATA[A Secretaria Nacional de Economia Solidária com o objetivo de proporcionar a visibilidade, a articulação da economia solidária e oferecer subsídios nos processos de formulação de políticas públicas, está realizando o mapeamento da economia solidária no Brasil. Para isso, foi desenvolvido o Sistema Nacional de Informações em Economia Solidária (SIES), composto por informações de Empreendimentos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="body">A Secretaria Nacional de Economia Solidária com o objetivo de proporcionar a visibilidade, a articulação da economia solidária e oferecer subsídios nos processos de formulação de políticas públicas, está realizando o mapeamento da economia solidária no Brasil. Para isso, foi desenvolvido o Sistema Nacional de Informações em Economia Solidária (SIES), composto por informações de Empreendimentos Econômicos Solidários (EES) e de Entidades de Apoio, Assessoria e Fomento (EAF).</p>
<p class="link">Disponible en: <a title="Leer más" href="http://portal.mte.gov.br/ecosolidaria/sistema-nacional-de-informacoes-em-economia-solidaria/">http://portal.mte.gov.br/ecosolidaria/sistema-nacional-de-informacoes-em-economia-solidaria/</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A gestão do desenvolvimento local no Brasil: (des)articulação de atores, instrumentos e território</title>
		<link>https://www.oibescoop.org/estudios_e_investig/a-gestao-do-desenvolvimento-local-no-brasil-desarticulacao-de-atores-instrumentos-e-territorio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alex28.Garcia@OiB4546T]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jul 2017 15:07:05 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.oibescoop.org/?post_type=estudios_e_investig&#038;p=1006</guid>

					<description><![CDATA[As ideias de desenvolvimento local são controversas, pouco consensuadas e, às vezes, até antagônicas entre si, tanto no Brasil quanto no debate internacional. Diante dessa polêmica, este artigo discute a gestão do desenvolvimento local a partir de instrumentos selecionados por meio de uma análise exploratória não apenas conceitual e teórica, mas sobretudo prática. Do ponto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="new">
<p class="body">As ideias de desenvolvimento local são controversas, pouco consensuadas e, às vezes, até antagônicas entre si, tanto no Brasil quanto no debate internacional. Diante dessa polêmica, este artigo discute a gestão do desenvolvimento local a partir de instrumentos selecionados por meio de uma análise exploratória não apenas conceitual e teórica, mas sobretudo prática. Do ponto de vista metodológico, foi realizada uma análise comparada de experiências regionalmente distribuídas, levando-se em conta suas inserções em redes sociais e seus resultados econômicos na região em que está inserida (Sul, Sudeste e Nordeste). Percebe-se que refletir sobre o desenvolvimento local desdobra-se em duas frentes: uma de reprodução da lógica capitalista em escala localizada (tradicional) e outra de tentativas contra-hegemônicas (solidária). Assim, algumas questões centrais foram identificadas para orientar uma reflexão sobre a intervenção dos atores da sociedade civil e dos governos na formulação de propostas e iniciativas de desenvolvimento econômico local.</p>
<p>Palavras-chave: desenvolvimento local; gestão; território; articulação de atores; instrumentos para gestão social.</p>
<p class="link">Disponible en: <a title="Leer más" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0034-76122010000300002&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0034-76122010000300002&amp;lng=pt&amp;nrm=iso</a></p>
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		<title>Proger (Programa de Generación de empleo y renta del gobierno de Brasil) y Economía Solidária</title>
		<link>https://www.oibescoop.org/estudios_e_investig/proger-programa-de-generacion-de-empleo-y-renta-del-gobierno-de-brasil-y-economia-solidaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alex28.Garcia@OiB4546T]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jul 2017 15:06:06 +0000</pubDate>
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<p class="body">“Economia Solidária e Proger”, não trata, nesta edição, propriamente da economia solidária, pois a base de dados do Sistema Nacional de Informações em Economia Solidária (Sies) não foi atualizada e, portanto, não há novas estatísticas para apresentar sobre o tema. O nome do livro foi mantido ainda assim, pois se trata de uma coleção com edições anuais. Optou-se, então, por fazer um recorte especial na Relação Anual de Informações Sociais (Rais), analisando os estabelecimentos cuja natureza jurídica é cooperativa.</p>
<p>Evidentemente, nem todas as cooperativas são de economia solidária, mas muitos empreendimentos de economia solidária são formalizados com esta natureza jurídica. Apesar de não ser possível indicar quais cooperativas são identificadas com a economia solidária, buscaram-se vários recortes temáticos e segmentações que permitem aproximações analíticas ou, pelo menos, oferecem muitos elementos para aprofundar o debate acerca do papel que esta forma de organização ocupa hoje na estrutura e dinâmica do trabalho no Brasil.</p>
<p class="link">Disponible en: <a title="Leer más" href="http://portal.mte.gov.br/data/files/8A7C816A333FE61F01334178EB893C15/ecosolidaria_proger.pdf">http://portal.mte.gov.br/data/files/8A7C816A333FE61F01334178EB893C15/ecosolidaria_proger.pdf</a></p>
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