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	<title>Brasil | OIBESCOOP</title>
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	<description>Observatorio Iberoamericano del Empleo y de la Economía Social y Cooperativa</description>
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	<title>Brasil | OIBESCOOP</title>
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		<title>Rede Nacional de Gestores de Políticas Públicas em Economia Solidária</title>
		<link>https://www.oibescoop.org/organismos_integr/rede-nacional-de-gestores-de-politicas-publicas-em-economia-solidaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leandro@Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jun 2021 10:03:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Rede é uma articulação de gestores e gestoras de políticas de economia solidária de Prefeituras e Governos Estaduais, e existe para proporcionar intercâmbio, interlocução, interação, sistematização, proposição de políticas públicas governamentais e realização de projetos comuns para o fomento e desenvolvimento da economia solidária, buscando qualificar a proposição e ações desenvolvidas a partir dos órgãos de governo para este [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rede é uma articulação de gestores e gestoras de políticas de economia solidária de Prefeituras e Governos Estaduais, e existe para proporcionar intercâmbio, interlocução, interação, sistematização, proposição de políticas públicas governamentais e realização de projetos comuns para o fomento e desenvolvimento da economia solidária, buscando qualificar a proposição e ações desenvolvidas a partir dos órgãos de governo para este segmento.</p>
<p>Surgiu por iniciativa de gestores e gestoras de políticas públicas, que passaram a ser demandados pelos trabalhadores e trabalhadoras da economia solidária, ou a enxergar e querer das respostas adequadas a esse novo segmento social que ocupa<br />
lugar cada vez mais relevante na geração de trabalho e na promoção de desenvolvimento local.</p>
<p>Tem a <strong>missão</strong> de ampliar cada vez mais o debate e a proposição de ferramentas adequadas dentro do Estado brasileiro para o fomento ao desenvolvimento da economia solidária, bem como estimular e fortalecer a organização e participação social deste segmento nas decisões sobre as políticas públicas.</p>
<p>A Rede de Gestores é uma forma de articulação, não tem personalidade jurídica, mas tem um grau de organização que lhe permite construir uma agenda comum entre seus membros. Suas discussões e decisões são em plenárias dos membros e encaminhadas pela coordenação, composta por representantes regionais e um (a) coordenador (a) geral. A coordenação tem também a atribuição de fazer a animação e a divulgação e buscar o envolvimento de novos gestores e gestoras na Rede. O (a) coordenador (a) é responsável pela manutenção de uma Secretaria Executiva, cujas atribuições são: animar e manter a comunicação, organizar os eventos da rede, fazer a memória, monitorar a execução das ações previstas e representá-la junto a outras entidades ou organizações em colaboração com a coordenação. Em determinadas situações também se vale de grupos de trabalho ou grupos temáticos para tratar com maior profundidade alguns assuntos.</p>
<p>A Rede de Gestores participa do Fórum Brasileiro de Economia Solidária e outros espaços públicos que tratam deste segmento. Busca estimular e desenhar parcerias.</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="5Wi9BumpZO"><p><a href="https://www.rededegestoresecosol.org.br/rede-de-gestores/apresentacao/">Apresentação</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Apresentação&#8221; &#8212; Rede de Gestores" src="https://www.rededegestoresecosol.org.br/rede-de-gestores/apresentacao/embed/#?secret=5Wi9BumpZO" data-secret="5Wi9BumpZO" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>CIRANDAS</title>
		<link>https://www.oibescoop.org/organismos_integr/cirandas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alex28.Garcia@OiB4546T]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2017 15:21:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Cirandas é uma iniciativa do FBES &#8211; Fórum Brasileiro de Economia Solidária &#8211; que tem como objetivo oferecer ferramentas na internet para promover a articulação econômica, social e política de quem gosta da Economia Solidária ou vive dela. Seus principais objetivos são: potencializar o fluxo de saberes, produtos e serviços da Economia Solidária; oferecer [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="body">O Cirandas é uma iniciativa do FBES &#8211; Fórum Brasileiro de Economia Solidária &#8211; que tem como objetivo oferecer ferramentas na internet para promover a articulação econômica, social e política de quem gosta da Economia Solidária ou vive dela. Seus principais objetivos são: potencializar o fluxo de saberes, produtos e serviços da Economia Solidária; oferecer ferramentas para a constituição de consolidação de redes e cadeias solidárias; ser um espaço de divulgação da economia solidária e de busca de seus produtos e serviços para consumidores individuais e coletivos (públicos, privados e grupos de consumidores) e permitir a interação entre vários atores em comunidades virtuais e espaços territoriais, temáticos e econômicos.</p>
<p>A opção de desenvolvimento tecnológico do Cirandas foi criar, em parceria com a Colivre (um empreendimento solidário de desenvolvimento de softwares livres), o software Noosfero, que hoje é uma referência no universo de softwares livres no país, sendo também utilizado em outros países.</p>
<p class="link">Web del organismo: <a title="Leer más" href="http://cirandas.net/fbes/o-que-e-o-cirandas">http://cirandas.net/fbes/o-que-e-o-cirandas</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>União Nacional das Cooperativas de Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes)</title>
		<link>https://www.oibescoop.org/organismos_integr/uniao-nacional-das-cooperativas-de-agricultura-familiar-e-economia-solidaria-unicafes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alex28.Garcia@OiB4546T]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2017 15:20:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A União Nacional das Cooperativas de Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes) foi fundada em junho de 2005, na cidade de Luziânia (GO). A sede funciona em Brasília e representa nacionalmente as cooperativas. O objetivo é ser um instrumento para os agricultores e agricultoras familiares, visando o desenvolvimento sustentável nas ações de apoio para os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="body">A União Nacional das Cooperativas de Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes) foi fundada em junho de 2005, na cidade de Luziânia (GO). A sede funciona em Brasília e representa nacionalmente as cooperativas. O objetivo é ser um instrumento para os agricultores e agricultoras familiares, visando o desenvolvimento sustentável nas ações de apoio para os associados. A Unicafes é uma pessoa jurídica de direito privado e não possui fins econômicos.</p>
<p>A Organização Não Governamental propõe a inclusão social dos cooperados articulando iniciativas econômicas que ampliem as oportunidades de trabalho, de distribuição de renda, de produção de alimentos, das melhorias de qualidade de vida, da preservação da biodiversidade e da diminuição das desigualdades.</p>
<p>O presidente da Unicafes, José Paulo Crisóstomo, define a importância da instituição para o estímulo da agricultura familiar e crescimento da economia solidária no setor. “As cooperativas são um instrumento importante para se alterar o ambiente social e econômico de muitas regiões do Brasil. Ao criar oportunidades para a inclusão das camadas menos privilegiadas, as cooperativas solidárias abrem espaço também para a emancipação das famílias que hoje são atendidas pelas políticas sociais”, afirma, no II Congresso da Unicafes em 2008.</p>
<p>As associadas da Unicafes estão espalhadas nas cinco regiões do país, que compõe aproximadamente 1100 cooperativas. Atualmente, são nove Unicafes estaduais de atendimento e articulação para a agricultura familiar e economia solidária: Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Maranhão, Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Norte.</p>
<p>As estratégias de atuação da instituição são formadas por: bases de serviços especializadas e bases de serviço operacionais. Elas contribuem com a mobilização entre os ramos cooperativos e qualificam as ações das bases nos diversos espaços públicos. O desempenho da Unicafes apoia, por meio de serviços, as cooperativas no desenvolvimento de suas iniciativas econômicas e na expansão e consolidação do cooperativismo na agricultura familiar e economia solidária.</p>
<p>No quadro de formação da Unicafes estão cooperativas divididas em cinco ramos: crédito, produção, trabalho, comercialização e infraestrutura da agricultura familiar e economia solidária.</p>
<p class="link">Web del organismo: <a title="Leer más" href="http://www.unicafes.org.br/">http://www.unicafes.org.br</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Artemisia, uma organização pioneira em negócios sociais no Brasil</title>
		<link>https://www.oibescoop.org/organismos_integr/artemisia-uma-organizacao-pioneira-em-negocios-sociais-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alex28.Garcia@OiB4546T]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2017 15:20:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Artemisia é uma organização pioneira em negócios sociais no Brasil que busca atrair e formar pessoas qualificadas para atuar na criação e desenvolvimento de um novo modelo de negócio, que possa contribuir para reduzir as desigualdades sociais e econômicas. Criada em 2002, a Artemisia iniciou suas atividades no Brasil em 2004. O país foi [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="body">A Artemisia é uma organização pioneira em negócios sociais no Brasil que busca atrair e formar pessoas qualificadas para atuar na criação e desenvolvimento de um novo modelo de negócio, que possa contribuir para reduzir as desigualdades sociais e econômicas.</p>
<p>Criada em 2002, a Artemisia iniciou suas atividades no Brasil em 2004. O país foi escolhido como sua base de atuação, por possuir um ecossistema altamente favorável ao surgimento de negócios sociais: uma economia sólida e em crescimento, acesso a recursos financeiros e técnicos, empresas e organizações da sociedade civil sofisticadas, um alto índice de empreendedorismo e o mais importante, pessoas dispostas a agir para solucionar os graves problemas sociais do país.</p>
<p>Para desenvolver o campo de negócios sociais no Brasil a Artemisia prioriza três estratégias de atuação:<br />
• Oferece formações práticas para pessoas que precisam adquirir conhecimentos e desenvolver competências para empreender ou atuar em negócios sociais<br />
• Seleciona e apoia negócios sociais em estágio inicial de desenvolvimento e com alto potencial de impacto social e econômico, oferecendo apoio estratégico e técnico necessário para garantir a consolidação e acelerar seu crescimento; e.<br />
• Contribui para a articulação e atração de massa crítica para o campo de negócios sociais no Brasil.</p>
<p>A Artemisia trabalha no desenvolvimento de um campo de negócios sociais exemplares porque acredita que os empreendimentos podem e devem ser direcionados para reduzir a pobreza e criar novas oportunidades para pessoas de baixa renda. Mais do que isso, a Artemisia acredita que o Brasil pode se tornar um polo internacional de negócios sociais, atraindo talentos, inovações e investimento do mundo inteiro para re-significar o verdadeiro papel que os negócios podem ter no desenvolvimento da nossa sociedade.</p>
<p class="link">Web del organismo: <a title="Leer más" href="http://www.artemisia.org.br/">http://www.artemisia.org.br</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Grupo de Aplicação Interdisciplinar à Aprendizagem (GAIA)</title>
		<link>https://www.oibescoop.org/organismos_integr/grupo-de-aplicacao-interdisciplinar-a-aprendizagem-gaia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alex28.Garcia@OiB4546T]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2017 15:20:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Grupo de Aplicação Interdisciplinar à Aprendizagem (GAIA), atuante em todo o território nacional e sediado em Campinas (SP), foi fundado em 1990, é uma sociedade civil de direito privado sem fins lucrativos, constituído por uma equipe multidisciplinar de 24 sócios e diversos consultores. O GAIA, através dos trabalhos desenvolvidos, busca promover a educação e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="body">O Grupo de Aplicação Interdisciplinar à Aprendizagem (GAIA), atuante em todo o território nacional e sediado em Campinas (SP), foi fundado em 1990, é uma sociedade civil de direito privado sem fins lucrativos, constituído por uma equipe multidisciplinar de 24 sócios e diversos consultores.</p>
<p>O GAIA, através dos trabalhos desenvolvidos, busca promover a educação e a articulação de pessoas e instituições para a inclusão social, a conservação ambiental e a redução de riscos industriais contribuindo para uma sociedade sustentável.</p>
<p>Assim, já são mais de 200.000 os beneficiários entre trabalhadores dos setores público, privado e civil; moradores de comunidades ribeirinhas, rurais e urbanas; professores, estudantes e pais de alunos e ainda o ativo deixado nas comunidades gerando efeito multiplicador desses beneficiários.</p>
<p>Adotando como principais valores: ética, confiança, respeito, compromisso, qualidade solidariedade e congruência, o GAIA tem por objetivo ser referência na promoção do desenvolvimento socioambiental local e regional com compromisso e ética.</p>
<p>Com foco em quem mais precisa e nos resultados para as empresas, nos dezoito anos de existência, o gaia já desenvolveu projetos em 15 estados brasileiros e vem realizando uma história de parcerias com grandes empresas e instituições públicas e do terceiro setor.</p>
<p class="link">Web del organismo: <a title="Leer más" href="http://www.gaiasocial.org.br/">http://www.gaiasocial.org.br</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES)</title>
		<link>https://www.oibescoop.org/organismos_integr/o-forum-brasileiro-de-economia-solidaria-fbes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alex28.Garcia@OiB4546T]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2017 15:19:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O FBES é, antes de tudo, fruto do processo histórico que culminou no I Fórum Social Mundial (I FSM), que contou com a participação de 16 mil pessoas vindas de 117 países, nos dias 25 a 30 de janeiro de 2001. Dentre as diversas oficinas, que promoviam debates e reflexões, 1.500 participantes acotovelam-se na oficina [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="new">
<p class="body">O FBES é, antes de tudo, fruto do processo histórico que culminou no I Fórum Social Mundial (I FSM), que contou com a participação de 16 mil pessoas vindas de 117 países, nos dias 25 a 30 de janeiro de 2001. Dentre as diversas oficinas, que promoviam debates e reflexões, 1.500 participantes acotovelam-se na oficina denominada “Economia Popular Solidária e Autogestão” onde se tratava da auto-organização dos/as trabalhadores/as, políticas públicas e das perspectivas econômicas e sociais de trabalho e renda.</p>
<p>A manifestação de interesses e a necessidade de articular a participação nacional e internacional do I FSM propiciaram a constituição do Grupo de Trabalho Brasileiro de Economia Solidária (GT- Brasileiro), composto de redes e organizações de uma diversidade de práticas associativas do segmento popular solidário: rural, urbano, estudantes, igrejas, bases sindicais, universidades, práticas governamentais de políticas sociais, práticas de apoio ao crédito, redes de informação e vínculo às redes internacionais. As doze entidades e redes nacionais que em momentos e níveis diferentes participavam do GT-Brasileiro eram: Rede Brasileira de Socioeconomia Solidária (RBSES); Instituto Políticas Alternativas para o Cone Sul (PACS); Federação de Órgãos para a Assistência Social e Educacional (FASE); Associação Nacional dos Trabalhadores de Empresas em Autogestão (ANTEAG); Instituto Brasileiro de Análises Sócio-Econômicas (IBASE); Cáritas Brasileira; Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST/CONCRAB); Rede Universitária de Incubadoras Tecnológicas de Cooperativas Populares (Rede ITCPs); Agência de Desenvolvimento Solidário (ADS/CUT); UNITRABALHO; Associação Brasileira de Instituições de Micro-Crédito (ABICRED); e alguns gestores públicos que futuramente constituíram a Rede de Gestores de Políticas Públicas de Economia Solidária.</p>
<p>O GT-Brasileiro buscou a unidade na diversidade, favorecendo a construção da identidade do campo da denominada “Economia Solidária”, graças à prática de respeitar as contribuições diversas de cada região e especificidades de suas organizações. Não apenas isso. Sabia que era necessário investir na divulgação, caracterizar suas atividades e se constituir como uma articulação de dimensão nacional. É a partir deste grupo que se propõe a constituição de um fórum em dimensão nacional. Nisso, tanto a realização das plenárias quanto a elaboração dos Princípios da Economia Solidária foram decisivas para ampliar e, ao mesmo tempo, caracterizar seu campo de ação. O movimento que vinha sendo articulado pelo GT-Brasileiro era constituído principalmente por entidades de assessoria/ fomento e por um segmento de gestores públicos e apontava, desde o início, para a necessidade de combinar a ampliação regional com o investimento em empresas e empreendimentos do campo da denominada “Economia Solidária”. Faltava uma política pública nacional de Economia Solidária e um processo de enraizamento, constituído principalmente através de empreendimentos de economia solidária e empresas de autogestão nas di ersas regiões do país.</p>
<p>No final de 2002, decorrente do processo eleitoral que culminou com a vitória do Governo Lula, o GT-Brasileiro elaborou a Carta ao Governo Lula intitulada “Economia Solidária como Estratégia Política de Desenvolvimento”. Aquele documento de interlocução com o futuro governo apresentava as diretrizes gerais da Economia Solidária e reivindicava a criação da Secretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES). Durante a I Plenária Brasileira de Economia Solidária, realizada em São Paulo, nos dia 9 e 10 de dezembro de 2002, contando com mais de 200 pessoas &#8211; entre trabalhadoras/es de empreendimentos associativos, entidades de representação, entidades de assessoria/ fomento e gestores de políticas públicas – foi aprovada e encaminhada a Carta.</p>
<p>A II Plenária, realizada durante o FSM de janeiro de 2003, em Porto Alegre, foi aberta pelo GT-Brasileiro e presidida pelo professor Paul Singer. Neste evento foi publicado e distribuído o livro: “Do Fórum Social Mundial ao Fórum Brasileiro de Economia Solidária” para as/os 800 participantes, constituídos principalmente por representantes de empreendimentos, entidades de fomento e redes internacionais. A Plenária definiu agenda de mobilização de debates e sensibilização pelas regiões do país e legitimou o GT-Brasileiro como promotor do processo de mobilização da Economia Solidária.</p>
<p>Em junho de 2003 realizou-se a III Plenária Brasileira de Economia Solidária, que contou com um processo preparatório de mobilização em 17 estados, e teve a participação de 900 pessoas de diversas partes do país. Foi neste evento que foi criada, de forma definitiva, a denominação Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES). A SENAES foi constituída pouco antes deste evento. O FBES saiu desta III Plenária com a incumbência de articular e mobilizar as bases da Economia Solidária pelo país em torno da Carta de Princípios e da Plataforma de Lutas aprovadas naquela oportunidade. Além de se definir a composição e funcionamento do FBES, foi iniciado um processo interlocução do FBES com a SENAES com o compromisso de promover um intercâmbio qualificado de interesses econômicos, sociais e políticos, numa perspectiva de superar práticas tradicionais de dependência, que tanto têm comprometido a autonomia necessária ao desenvolvimento das organizações sociais. Outro fruto decorrente daquele evento foi o desencadeamento da criação dos fóruns estaduais e regionais que puderam garantir, por sua vez, a realização do I Encontro Nacional de Empreendimentos de Economia Solidária com trabalhadoras/es advindos de todos os estados. Este encontro teve um total de 2 500 pessoas e aconteceu nos dias 13, 14 e 15 de agosto de 2004.</p>
<p>Neste processo, a Economia Solidária foi desafiada a gerir abastecimento, comercialização, trabalhar com moeda social, promover rodadas de negócio, realizar feiras em todos os estados, fazer campanha de consumo consciente, comércio justo e solidário, constituir redes, cadeias produtivas, finanças solidárias, trabalhar no campo do marco legal (especialmente: lei geral do cooperativismo e cooperativa de trabalho).</p>
<p>Durante o III FSM, em Porto Alegre, realizou-se uma reunião de dezenas de representantes da América Latina, o que promoveu, por meio de seminários, encontros e feiras, a ampliação das perspectivas de integração regional do movimento de Economia Solidária e, com isso, o trabalho de articulação com a América Latina entrou definitivamente na agenda do FBES.</p>
<p>Em 2006, após a realização das Conferências Estaduais, quando foram escolhidos as/os delegadas/os e definidas as reivindicações e propostas, realizou-se a I Conferência Nacional de Economia Solidária, em Brasília, no período de 26 a 29 de junho. Na Conferência foram discutidas as resoluções voltadas à participação no Conselho Nacional de Economia Solidária e propostas para políticas públicas para a Economia Solidária.</p>
<p>Quanto à organização e funcionamento, integram o FBES os três segmentos do campo da Economia Solidária: empreendimentos da economia solidária, entidades de assessoria e/ou de fomento e gestores públicos.</p>
<p class="link">Web del organismo: <a title="Leer más" href="http://www.fbes.org.br/">http://www.fbes.org.br/</a></p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (SESCOOP)</title>
		<link>https://www.oibescoop.org/organismos_integr/servico-nacional-de-aprendizagem-do-cooperativismo-sescoop/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alex28.Garcia@OiB4546T]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2017 15:08:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) é integrante do Sistema Cooperativista Nacional. Foi criado pela Medida Provisória nº 1.715, de 3 de setembro de 1998, e suas reedições, regulamentado pelo Decreto nº 3.017, de 6 de abril de 1999. Seus objetivos são: • Organizar, administrar e executar o ensino de formação profissional, a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="body">O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) é integrante do Sistema Cooperativista Nacional. Foi criado pela Medida Provisória nº 1.715, de 3 de setembro de 1998, e suas reedições, regulamentado pelo Decreto nº 3.017, de 6 de abril de 1999.</p>
<p>Seus objetivos são:<br />
• Organizar, administrar e executar o ensino de formação profissional, a promoção social dos empregados de cooperativas, cooperados e de seus familiares, e o monitoramento das cooperativas em todo o território nacional;<br />
• Operacionalizar o monitoramento, a supervisão, a auditoria e o controle em cooperativas;<br />
• Assistir as sociedades cooperativas empregadoras na elaboração e execução de programas de treinamento e na realização de aprendizagem metódica e contínua;<br />
• Estabelecer e difundir metodologias adequadas à formação profissional e promoção social do empregado de cooperativa, do dirigente de cooperativa, do cooperado e de seus familiares;<br />
• Exercer a coordenação, supervisão e a realização de programas e de projetos de formação profissional e de gestão em cooperativas, para empregados, associados e seus familiares;<br />
• Colaborar com o poder público em assuntos relacionados à formação profissional e à gestão cooperativista e outras atividades correlatas;<br />
• Divulgar a doutrina e a filosofia cooperativistas como forma de desenvolvimento integral das pessoas;<br />
• Promover e realizar estudos, pesquisas e projetos relacionados ao desenvolvimento humano, ao monitoramento e à promoção social, de acordo com os interesses das sociedades cooperativas e de seus integrantes.</p>
<p>Missão: Promover o cooperativismo, a capacitação, a formação profissional, a autogestão e desenvolvimento social nas cooperativas</p>
<p>Visão: Ser o agente formador e propulsor do desenvolvimento do cooperativismo</p>
<p class="link">Web del organismo: <a title="Leer más" href="http://www.ocb.org.br/site/sescoop/index.asp">http://www.ocb.org.br/site/sescoop/index.asp</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Portal do Cooperativismo no Brasil</title>
		<link>https://www.oibescoop.org/organismos_integr/portal-do-cooperativismo-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alex28.Garcia@OiB4546T]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2017 15:08:03 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.oibescoop.org/?post_type=organismos_integr&#038;p=1119</guid>

					<description><![CDATA[Remontando no tempo, vamos encontrar em 1610, com a fundação das primeiras reduções jesuíticas no Brasil, o início da construção de um estado cooperativo em bases integrais. Por mais de 150 anos, esse modelo deu exemplo de sociedade solidária, fundamentada no trabalho coletivo, onde o bem-estar do indivíduo e da família se sobrepunha ao interesse [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="body">Remontando no tempo, vamos encontrar em 1610, com a fundação das primeiras reduções jesuíticas no Brasil, o início da construção de um estado cooperativo em bases integrais. Por mais de 150 anos, esse modelo deu exemplo de sociedade solidária, fundamentada no trabalho coletivo, onde o bem-estar do indivíduo e da família se sobrepunha ao interesse econômico da produção. A ação dos padres jesuítas se baseou na persuação, movida pelo amor cristão e no princípio do auxílio mútuo (mutirão), prática encontrada entre os indígenas brasileiros e em quase todos os povos primitivos, desde os primeiros tempos da humanidade.</p>
<p>Porém, é em 1847 que situamos o início do movimento cooperativista no Brasil. Foi quando o médico francês Jean Maurice Faivre, adepto das idéias reformadoras de Charles Fourier, fundou, com um grupo de europeus, nos sertões do Paraná, a colônia Tereza Cristina, organizada em bases cooperativas. Essa organização, apesar de sua breve existência, contribuiu na memória coletiva como elemento formador do florescente cooperativismo brasileiro.</p>
<p>Contudo, para aprofundar-nos no desenvolvimento histórico do cooperativismo no Brasil, é necessário fazê-lo por ramos, ou seja, tipos de cooperativas, já que cada um teve a sua própria história, com dificuldades e sucessos distintos, dependendo, quase sempre, das facilidades ou obstáculos oferecidos pelo Governo.</p>
<p class="link">Web del organismo: <a title="Leer más" href="http://www.portaldocooperativismo.org.br/">http://www.portaldocooperativismo.org.br</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Instituto Pólis</title>
		<link>https://www.oibescoop.org/organismos_integr/instituto-polis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alex28.Garcia@OiB4546T]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2017 15:06:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Pólis &#8211; Instituto de Estudos, Formação e Assessoria em Políticas Sociais é uma Organização-Não-Governamental de atuação nacional, constituída como associação civil sem fins lucrativos, apartidária, pluralista e reconhecida como entidade de utilidade pública nos âmbitos municipal, estadual e federal. Fundado em 1987, a cidade e a atuação no campo das políticas públicas e do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="body">O Pólis &#8211; Instituto de Estudos, Formação e Assessoria em Políticas Sociais é uma Organização-Não-Governamental de atuação nacional, constituída como associação civil sem fins lucrativos, apartidária, pluralista e reconhecida como entidade de utilidade pública nos âmbitos municipal, estadual e federal.</p>
<p>Fundado em 1987, a cidade e a atuação no campo das políticas públicas e do desenvolvimento local definem a sua identidade.</p>
<p>A cidadania, como conquista democrática, é o eixo articulador de sua intervenção dirigida à construção de cidades justas, sustentáveis e democráticas.</p>
<p class="link">Web del organismo: <a title="Leer más" href="http://www.polis.org.br/">http://www.polis.org.br</a></p>
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		<title>CRCA &#8211; Centro de Referência em Cooperativismo e Associativismo</title>
		<link>https://www.oibescoop.org/organismos_integr/crca-centro-de-referencia-em-cooperativismo-e-associativismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alex28.Garcia@OiB4546T]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2017 15:05:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A criação do CRCA é decorrente da situação crítica que vivem desempregados em geral e trabalhadores com baixa qualificação profissional em particular. Com índices crescentes e prognósticos desanimadores sobre o futuro das relações de trabalho, as iniciativas de geração cooperada de renda, alinhadas com o conteúdo da Economia Popular Solidária, apresentam-se como alternativa concreta ao [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="body">A criação do CRCA é decorrente da situação crítica que vivem desempregados em geral e trabalhadores com baixa qualificação profissional em particular.</p>
<p>Com índices crescentes e prognósticos desanimadores sobre o futuro das relações de trabalho, as iniciativas de geração cooperada de renda, alinhadas com o conteúdo da Economia Popular Solidária, apresentam-se como alternativa concreta ao sistema de produção excludente.</p>
<p>Acresce-se que a Economia Solidária permite desenvolver o espírito coletivo e democrático, contribuindo para o rompimento com o individualismo que prevalece em nossa sociedade.</p>
<p>O CRCA surge como uma organização independente, resultado do extenso trabalho que a Cáritas Arquidiocesana de Campinas já vinha realizando no campo do cooperativismo com programas como “O Luxo do Lixo” e os Projetos Alternativos Comunitários (PAC’s). Assim é que sob os auspícios da Cáritas e sob seu patrocínio se constituiu o CRCA.</p>
<p class="link">Web del organismo: <a title="Leer más" href="http://www.crca.org.br/oque.htm">http://www.crca.org.br/oque.htm</a></p>
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